ECONOMIA DOMÉSTICA E
IMPEACHMENT
Desenvolvi a homenagem
ao gênero feminino no enfoque do amor incondicional no dia 06 para poder hoje
fazer valer o que as mulheres têm de virtude comum na ordem prática e quase
escondida porque se contradiz com uma pseudo prática contra estas apontada.
As mulheres têm a
pseudo prática de gastadeiras em coisas que não são necessárias, as
estatísticas demonstram que isto é mito que não se confirma. Na verdade, quem
bota rédea curta na gastança e poupa de maneira as vezes até imperceptível é a
mulher.
Daí porque, em
determinado tempo foi perfeitamente compreensível eleger a Pres. Dilma, e, até
certo ponto a ideia de manter tem a sua razão de existir que vou buscar agora
ser contrária a economia doméstica.
Como as mulheres não fazem
algo que demande despesas que adiante se mostrem desnecessárias, o impeachment
do governo Dilma tem que ser visto, para ser sentido como útil, do ponto de
vista que será ao longo do tempo mais econômico para a vida doméstica depois
para o País.
Ontem na novela império
a luta travada entre a mulher que controla a família, amarga pelo convívio não
só das flores, mas também de fazer ou controlar quem faz a comida, limpa a
casa, controlar marido e filhos, limpar crianças, controlar se marido e filhos
estão bem, se controlar e aguentar mal humor, mal cheiro, arroto e pum, o que
convenhamos não é pouca coisa, com a mulher que detém a flâmula da juventude e
seus sabores, interessada em manter o lado romântico e cheiroso da relação.
Este lado romântico e
cheiroso da relação esconde o fato de que sempre estará oculto o real interesse
de uma mulher nova com uma pessoa de mais idade (pode ser do contrário),
principalmente quando o elemento dinheiro está envolvido.
A questão que concentro
as baterias, é o fato de que falsas relações são sempre descobertas, e, na
medida em que os sentimentos verdadeiros são detectados, o tempo e dinheiro
investido se justificarão como inúteis, daí seu volume ser maior ou menor, de
acordo com o tempo que é investido em relação doméstica mal orientada, ou
simplesmente inútil.
Uma relação com bases
sólidas brotará frutos decorrentes da paciência, a gestão controlada dos
dissabores, tidos nos gênios descontrolados e cheiros ruins, quando você
converte momentos e situações embaraçosas e desconcertantes em virtudes ao
longo de tempo.
Neste sentir, a
administração do governo, apesar de ser feminina e ter se apresentado como
relação estável e duradoura se comportou como a pessoa interesseira que só quer
tirar proveito financeiro da relação, e, o que é pior, para tirar proveito,
ludibria com a falsa sensação de segurança das virtudes que carrega não serem
suscetíveis de acabarem por decorrência do tempo de uso. Ledo engano, tudo
acaba por ação do tempo em termos de condição humana, e, o que fica, são gestos
que podem transmitir bons exemplos às gerações futuras, o verdadeiro legado.
O atual governo tem
programas de governo que expuseram a nu vergonhas e chagas nacionais como o
pobreza estrema, e, diante desta chaga, o plano emergencial adotada diante da
fome e a falta de políticas públicas existentes levou a necessidade de criar
programas necessários para o momento mas que não precisavam se manter porque
criaram o vício da escravidão da doação sem contrapartida, ganhar sem esforço,
pesando no bolso da economia doméstica, porque no final das contas quem paga e
aguenta mal humor é a dona de casa.
O atual governo veio
com o perfume diferente e inebriou, criou a falsa ideia de que seu rumo era
melhor e gastou o dinheiro que era da dona de casa, e, agora, precisa tirar o
dinheiro da dona de casa para pagar a conta, e a pergunta que viria seria como
isto pode mudar e representar economia para a dona de casa.
Hoje, o governo se
apresenta como a pessoa que trai e diz que não vai cometer mais adultério, mas
continua frequentando o endereço da pessoa com quem trai, porque não muda seu
comportamento, somente finge, para manter o controle das duas situações, a que
dá segurança e a que dá prazer – a gastança, sentando em duas cadeiras, como se
tivesse duas bundas, mas não tem;
O fato é que para gerar
a mudança de governo me comprometi a provar que será mais rentável para a dona
de casa e explico: o atual governo gastou o que podia, e por isto não tem mais
confiança de quem empresta dinheiro para sua manutenção, é como você ter
crédito decorrente do trabalho e patrimônio amealhado e obter empréstimo para realizar
novo projeto de vida, dando como garantia o patrimônio e fonte de renda,
ameaçado de perder por não poder pagar só pode pegar dinheiro com agiota, que é
dinheiro mais caro e mais arriscado, que é o que está acontecendo com o governo
que agora está gerindo o patrimônio que você paga para ele fazer a gestão.
Ou seja, o dinheiro
para fazer a rotina diária a cada dia será mais caro, porque menor será a
confiança de quem empresta, se não houver um choque de gestão sério que
represente, em primeiro lugar, que o endereço do adultério não será mais
frequentado, o seja, o dinheiro da gastança precisa ser cortado.
As pessoas necessitam
de demonstração séria de modificação de conduta para voltarem a receber voto de
confiança de suas atitudes, nesta condição está o governo que está gerindo o
dinheiro da dona de casa, como endereço da luxúria, da libertinagem, enquanto a
dona da pensão aparentar ser a dona do bordel, não há pessoa séria que confie,
daí que o dinheiro que a dona de casa tem para fazer sua rotina cada dia fica
menor pelos custos que a cada dia aumentarão enquanto algo novo não se fizer.
O novo representa a
possibilidade de voltar ao banco e dizer, olha minha economia mudou, voltou aos
trilhos e preciso retomar meu rumo, eu sei que é difícil, porque banco no
Brasil, representa boa parte do descontrole da voracidade do lucro desordenado,
mas, ainda assim, é a fonte oficial de gestão de riquezas, e, somente ela é
quem deve assumir o papel de gestor da economia oficial, razão pela qual além
de confiar precisamos manter política séria de controle sobre esta atividade
como outras que este governo não reúne mais condições morais de controle.
Como hoje é domingo,
fica o alerta preventivo de que a única forma de termos dados reais de
movimento do dia 15 é preventivamente termos a mão banco de imagens idôneo que
demonstre o peso real do descontentamento popular, por isto, grave, filme e
publique, e, quem puder, transforme as
imagens individuais em coletivas, pelos instrumentos disponíveis de cada um,
porque os instrumento de controle buscarão dar peso e significado menor à
realidade dos fatos, assim como os meninos que estavam conversando na favela
foram acusados de iniciar tiroteio, e as imagens não mantiveram a versão do
mal, dia 15, pois com a câmara na mão, selfies, etc, ao IMPEACHMENT!!! Ou a
renúncia se o governo tiver o mínimo de decência!!!
Brasil, 08 de março de
2015
Hélio Barreto dos
Santos Filho
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