domingo, 8 de março de 2015

ECONOMIA DOMÉSTICA E IMPEACHMENT

ECONOMIA DOMÉSTICA E IMPEACHMENT

Desenvolvi a homenagem ao gênero feminino no enfoque do amor incondicional no dia 06 para poder hoje fazer valer o que as mulheres têm de virtude comum na ordem prática e quase escondida porque se contradiz com uma pseudo prática contra estas apontada.

As mulheres têm a pseudo prática de gastadeiras em coisas que não são necessárias, as estatísticas demonstram que isto é mito que não se confirma. Na verdade, quem bota rédea curta na gastança e poupa de maneira as vezes até imperceptível é a mulher.
Daí porque, em determinado tempo foi perfeitamente compreensível eleger a Pres. Dilma, e, até certo ponto a ideia de manter tem a sua razão de existir que vou buscar agora ser contrária a economia doméstica.
Como as mulheres não fazem algo que demande despesas que adiante se mostrem desnecessárias, o impeachment do governo Dilma tem que ser visto, para ser sentido como útil, do ponto de vista que será ao longo do tempo mais econômico para a vida doméstica depois para o País.
Ontem na novela império a luta travada entre a mulher que controla a família, amarga pelo convívio não só das flores, mas também de fazer ou controlar quem faz a comida, limpa a casa, controlar marido e filhos, limpar crianças, controlar se marido e filhos estão bem, se controlar e aguentar mal humor, mal cheiro, arroto e pum, o que convenhamos não é pouca coisa, com a mulher que detém a flâmula da juventude e seus sabores, interessada em manter o lado romântico e cheiroso da relação.
Este lado romântico e cheiroso da relação esconde o fato de que sempre estará oculto o real interesse de uma mulher nova com uma pessoa de mais idade (pode ser do contrário), principalmente quando o elemento dinheiro está envolvido.
A questão que concentro as baterias, é o fato de que falsas relações são sempre descobertas, e, na medida em que os sentimentos verdadeiros são detectados, o tempo e dinheiro investido se justificarão como inúteis, daí seu volume ser maior ou menor, de acordo com o tempo que é investido em relação doméstica mal orientada, ou simplesmente inútil.
Uma relação com bases sólidas brotará frutos decorrentes da paciência, a gestão controlada dos dissabores, tidos nos gênios descontrolados e cheiros ruins, quando você converte momentos e situações embaraçosas e desconcertantes em virtudes ao longo de tempo.
Neste sentir, a administração do governo, apesar de ser feminina e ter se apresentado como relação estável e duradoura se comportou como a pessoa interesseira que só quer tirar proveito financeiro da relação, e, o que é pior, para tirar proveito, ludibria com a falsa sensação de segurança das virtudes que carrega não serem suscetíveis de acabarem por decorrência do tempo de uso. Ledo engano, tudo acaba por ação do tempo em termos de condição humana, e, o que fica, são gestos que podem transmitir bons exemplos às gerações futuras, o verdadeiro legado.
O atual governo tem programas de governo que expuseram a nu vergonhas e chagas nacionais como o pobreza estrema, e, diante desta chaga, o plano emergencial adotada diante da fome e a falta de políticas públicas existentes levou a necessidade de criar programas necessários para o momento mas que não precisavam se manter porque criaram o vício da escravidão da doação sem contrapartida, ganhar sem esforço, pesando no bolso da economia doméstica, porque no final das contas quem paga e aguenta mal humor é a dona de casa.
O atual governo veio com o perfume diferente e inebriou, criou a falsa ideia de que seu rumo era melhor e gastou o dinheiro que era da dona de casa, e, agora, precisa tirar o dinheiro da dona de casa para pagar a conta, e a pergunta que viria seria como isto pode mudar e representar economia para a dona de casa.
Hoje, o governo se apresenta como a pessoa que trai e diz que não vai cometer mais adultério, mas continua frequentando o endereço da pessoa com quem trai, porque não muda seu comportamento, somente finge, para manter o controle das duas situações, a que dá segurança e a que dá prazer – a gastança, sentando em duas cadeiras, como se tivesse duas bundas, mas não tem;
O fato é que para gerar a mudança de governo me comprometi a provar que será mais rentável para a dona de casa e explico: o atual governo gastou o que podia, e por isto não tem mais confiança de quem empresta dinheiro para sua manutenção, é como você ter crédito decorrente do trabalho e patrimônio amealhado e obter empréstimo para realizar novo projeto de vida, dando como garantia o patrimônio e fonte de renda, ameaçado de perder por não poder pagar só pode pegar dinheiro com agiota, que é dinheiro mais caro e mais arriscado, que é o que está acontecendo com o governo que agora está gerindo o patrimônio que você paga para ele fazer a gestão.
Ou seja, o dinheiro para fazer a rotina diária a cada dia será mais caro, porque menor será a confiança de quem empresta, se não houver um choque de gestão sério que represente, em primeiro lugar, que o endereço do adultério não será mais frequentado, o seja, o dinheiro da gastança precisa ser cortado.
As pessoas necessitam de demonstração séria de modificação de conduta para voltarem a receber voto de confiança de suas atitudes, nesta condição está o governo que está gerindo o dinheiro da dona de casa, como endereço da luxúria, da libertinagem, enquanto a dona da pensão aparentar ser a dona do bordel, não há pessoa séria que confie, daí que o dinheiro que a dona de casa tem para fazer sua rotina cada dia fica menor pelos custos que a cada dia aumentarão enquanto algo novo não se fizer.
O novo representa a possibilidade de voltar ao banco e dizer, olha minha economia mudou, voltou aos trilhos e preciso retomar meu rumo, eu sei que é difícil, porque banco no Brasil, representa boa parte do descontrole da voracidade do lucro desordenado, mas, ainda assim, é a fonte oficial de gestão de riquezas, e, somente ela é quem deve assumir o papel de gestor da economia oficial, razão pela qual além de confiar precisamos manter política séria de controle sobre esta atividade como outras que este governo não reúne mais condições morais de controle.
Como hoje é domingo, fica o alerta preventivo de que a única forma de termos dados reais de movimento do dia 15 é preventivamente termos a mão banco de imagens idôneo que demonstre o peso real do descontentamento popular, por isto, grave, filme e publique, e, quem puder,  transforme as imagens individuais em coletivas, pelos instrumentos disponíveis de cada um, porque os instrumento de controle buscarão dar peso e significado menor à realidade dos fatos, assim como os meninos que estavam conversando na favela foram acusados de iniciar tiroteio, e as imagens não mantiveram a versão do mal, dia 15, pois com a câmara na mão, selfies, etc, ao IMPEACHMENT!!! Ou a renúncia se o governo tiver o mínimo de decência!!!
Brasil, 08 de março de 2015

Hélio Barreto dos Santos Filho

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